Jesus, o Senhor da Igreja, exorta: "Sê fiel até à morte..." (2.10). A fidelidade faz parte do caráter do cristão como filho de Deus: "Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo" (1 Tm 2.13). Portanto, crente infiel é contradição de termos.
Fidelidade a despeito das circunstâncias. A fidelidade cristã não nos isenta de dificuldades. Pelo contrário: "Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Tm 3.12; Jo 15.19; 16.33). Em Esmirna havia muitos judeus que eram ricos, influentes e hostis aos cristãos. O sofrimento vinha de dentro; os judeus e os cristãos tinham a mesma raiz na aliança feita com Abraão (Gl 3.29). Jesus nos ensina que a igreja deve ser fiel:
- Nas tribulações. Ele conhece a tribulação (2.9) que é como um peso que oprime os cristãos. A igreja é fiel nas tribulações porque a "tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado" (Rm 5.3-5). As tribulações levam os crentes à maturidade.
- Na pobreza. O Senhor conhece também a pobreza dos seus filhos (2.9). A palavra traduzida por pobre (ptojia) significava pobreza extrema, a falta de coisas essenciais à vida. Os judeus viam a prosperidade como bênção e a pobreza como maldição. A Bíblia, no entanto, diz que os pobres são bem-aventurados (Lc 6.20). São participantes das riquezas de Cristo (2 Co 8.9; Rm 8.16-17).
- Prisão (2.10). Os erminenses perseguiam os cristãos instigados pelos judeus, que pertenciam à sinagoga de Satanás (Jo 8.39, 41, 44). Mais tarde o bispo Policarpo foi martirizado por causa da sua profissão de fé (155).Jesus encoraja os cristãos para que permaneçam fieis: "Não temas as cousas que tens de sofrer" (2.10). O tempo da provação seria curto. O tempo da nossa peregrinação é breve comparado com a eternidade. Por isso, somos confortados pelas Escrituras (2 Co 4.17-18; Rm 8.18).
Fidelidade a despeito das circunstâncias. A fidelidade cristã não nos isenta de dificuldades. Pelo contrário: "Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Tm 3.12; Jo 15.19; 16.33). Em Esmirna havia muitos judeus que eram ricos, influentes e hostis aos cristãos. O sofrimento vinha de dentro; os judeus e os cristãos tinham a mesma raiz na aliança feita com Abraão (Gl 3.29). Jesus nos ensina que a igreja deve ser fiel:
- Nas tribulações. Ele conhece a tribulação (2.9) que é como um peso que oprime os cristãos. A igreja é fiel nas tribulações porque a "tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado" (Rm 5.3-5). As tribulações levam os crentes à maturidade.
- Na pobreza. O Senhor conhece também a pobreza dos seus filhos (2.9). A palavra traduzida por pobre (ptojia) significava pobreza extrema, a falta de coisas essenciais à vida. Os judeus viam a prosperidade como bênção e a pobreza como maldição. A Bíblia, no entanto, diz que os pobres são bem-aventurados (Lc 6.20). São participantes das riquezas de Cristo (2 Co 8.9; Rm 8.16-17).
- Prisão (2.10). Os erminenses perseguiam os cristãos instigados pelos judeus, que pertenciam à sinagoga de Satanás (Jo 8.39, 41, 44). Mais tarde o bispo Policarpo foi martirizado por causa da sua profissão de fé (155).Jesus encoraja os cristãos para que permaneçam fieis: "Não temas as cousas que tens de sofrer" (2.10). O tempo da provação seria curto. O tempo da nossa peregrinação é breve comparado com a eternidade. Por isso, somos confortados pelas Escrituras (2 Co 4.17-18; Rm 8.18).
Mathias Quintela de Souza
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