segunda-feira, dezembro 21, 2009

Coordenadoria de Adultos/ Na casa de Rachael e Cláudio

Ministério de Ação Social e Diaconia / 2010

-Foram eleitas para trabalharem na diretoria do Ministério de Ação Social e Diaconia as seguintes irmãs: Diaca. Luiza (presidente), Diaca. Elizabete Peixoto (secretária) e Diaca. Jaqueline (tesoureira). Deus abençoe estas amadas irmãs.

O QUE VOCÊ SENTE POR DEUS?

"Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças." (Deuteronômio 6 : 5)
Poucos são aqueles que entendem e vivenciam a suprema experiência de amar a Deus, o sentimento mais comum no coração dos cristãos é a gratidão a Deus. Contudo, ser grato ao Senhor pelas muitas bênçãos derramadas é bem diferente de amar, pois podemos ser muito agradecidos a alguém que nos fez um bem, sem necessariamente amá-lo. Por exemplo, existem esposas extremamente gratas ao esposo pelo zelo e cuidado, mas não o ama, ou mesmo empregados que nutrem verdadeira gratidão ao patrão pelas oportunidades profissionais, mas não o ama. As igrejas estão repletas de crentes que trabalham dedicadamente para Deus como resposta de gratidão a todos os benefícios materiais e espirituais que o Senhor tem proporcionado, mas ainda não amam a Deus.
Esta solidificado no inconsciente coletivo uma concepção de amor que se pauta na reciprocidade, onde o amor não passa de uma resposta afetiva a um estímulo igualmente afetuoso. Nesta perspectiva o amor é uma troca que se perpetua numa relação de causa e efeito. Para amar a Deus é preciso entender a essência do verdadeiro amor revelado em Cristo. O Senhor amou a humanidade se entregando na Cruz sem ter recebido nenhum estímulo, Sua ação amorosa não foi uma resposta aos gestos de carinho das pessoas, pois estas lhe deram apenas desprezo, ódio, ingratidão, egoísmo, dureza, enfim, ofertaram a Ele sua pior porção. De modo que o amor de Deus é fruto de uma decisão unilateral e incondicional que independe de nossas atitudes.
Ao questionar a Deus acerca da veracidade do amor de Jó, o diabo argumentou que a fidelidade de Jó era mera retribuição as muitas bênçãos recebidas, bastando que todos estes benefícios cessassem para que o amor de Jó por Deus se acabasse. Certo de que Sua relação com Jó era de verdadeiro amor, Deus permitiu que o diabo retirasse tudo menos a vida de Jó. E no desfecho de sua sofrida biografia, após ter tido diálogos muito francos com Deus, Jó declara o seu amor e confiança no Senhor da seguinte forma: “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado” (Jó 42:2).
Assim como Jó, amemos a Deus sempre! Ainda que tudo em nossa volta nos diga que não há razão pra amá-Lo, amemos ao Deus cuja grandiosidade, misericórdia, poder, santidade e bondade transcendem a todas as circunstâncias desagradáveis que possamos estar mergulhados. Amar a Deus de todo coração, de toda a alma e com toda força, não é um mandamento apenas para os dias de bonança, é uma ordem a ser prazerosamente cumprida todos os dias da nossa existência. Conhecer as bênçãos de Deus aumenta a nossa gratidão, conhecer a natureza de Deus aumenta o nosso amor. Conheçamos intimamente ao Senhor, e então amá-lo não será um esforço e sim um sentimento que flui naturalmente da nossa mais sincera adoração.
Pastor Frankes Rodrigo de Souza

Cantata das Crianças - Natal de 2009

Cantata das Crianças - Natal de 2009

terça-feira, dezembro 15, 2009

quarta-feira, dezembro 09, 2009

domingo, dezembro 06, 2009

CHAMADOS PARA LUTAR NA VERDADEIRA GUERRA

Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar.
(I Pedro 5:8)
A humanidade vive em guerra constante, em alguma parte do mundo sempre tem um povo pegando em armas para destruir e dominar outro. Mesmo na esfera interna da sociedade, existem batalhas permanentes: disputas de classe, conflitos familiares, combate contra o crime, competição no mercado, enfim, a palavra de ordem é “matar um leão por dia”.
Na tentativa de fugir deste mundo beligerante, as pessoas procuram uma religião que lhe traga paz. Os templos são vistos como grandes divãs, cuja finalidade é tão somente curar os traumas da guerra cotidiana. É bem verdade que Cristo promete alívio aos cansados e sobrecarregados que depositarem Nele seus fardos, mas uma vez livres de todo peso o Senhor nos desafia a lutar. Jesus ordenou aos discípulos que vendessem a capa, que serve para se esconder, e comprasse uma espada (Lc. 22:36), instrumento útil nas batalhas. Em suma, Cristo queria conscientizar seus discípulos que estamos travando uma guerra com o reino das trevas, e no campo de batalha quem não luta morre.
Assim como Cristo, Paulo também convocou a igreja a lutar na verdadeira guerra desta vida, que não é contra carne ou sangue, mas contra o reino das trevas (Ef. 6:12). A igreja não pode ignorar esta realidade espiritual, temos um inimigo que “anda em derredor”, buscando oportunidades para nos escravizar e destruir. Somos muito combativos na defesa dos nossos interesses “seculares”, mas inertes na luta contra os principados e potestades do mal. Não é correto enfatizar mais a ação do diabo do que o poder de Deus, bem como não podemos atribuir a satanás a culpa de todos os males, mas temos que vigiar, fechar todas as brechas que possibilite a ação silenciosa e sorrateira do maligno.
Lutar não é uma opção, é uma necessidade. Portanto, vista a armadura do Espírito, combata o bom combate, mortifique a carne, ande no Espírito, creia que somos mais que vencedores em Cristo Jesus, pois o diabo já foi derrotado na cruz! Cabe a cada um de nós tomar posse da vitória!

Pastor Frankes Rodrigo de Souza